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O que você deve saber sobre Investidor-Anjo

O que você deve saber sobre Investidor-Anjo
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Entenda o termo

Como não poderia ser diferente, um termo tão alegórico como “investidor anjo” não poderia ter uma origem diferente da artística, segundo Cassio A. Spina, fundador da Anjos do Brasil e autor do livro “Investidor-Anjo – Guia Prático para empreendedores e investidores”, foi cunhado no início do século XX nos Estados Unidos para denominar as pessoas que assumiam os riscos de patrocinar peças da Broadway, mas que, em contrapartida, participavam do seu retorno financeiro. A partir daí, o conceito foi se estabelecendo para denominar o investimento de pessoas físicas (em sua maioria profissionais ou empresários bem sucedidos) nas chamadas “Startups”.

Na literatura acadêmica/profissional, atribui-se a criação da expressão ao professor de negócios William Wetzel, da UNH como parte de um estudo pioneiro sobre como os empresários arrendavam capital, também nos Estados Unidos.

Spina resume que o investidor-anjo não apóia o empresário apenas financeiramente, mas também na administração do negócio, com sua experiência e conhecimento. Por seu investimento, ele recebe uma participação minoritária no empreendimento, não assumindo assim uma função executiva na empresa, ou seja, não necessariamente ele entra no capital social conforme pontua Camila Farani, presidente da organização de investidores-anjo Gávea Angels.

Entenda a lei

Em 2016 houveram importantes progressos em termos de Lei para o investimento-anjo no Brasil, confira a análise do Coordenador do Curso de Ciências Contábeis da ESUP, Sérgio Douglas Vilela: 

O Investidor-Anjo no Brasil

Segundo matéria veiculada pela revista PEGN, a modalidade segue em ascenção, tendo um aumento de 9% no país e chegando ao patamar de R$ 851 milhões.  Dentre os principais entraves que impedem uma evolução maior deste número, estão a falta de políticas de estímulo, a insegurança jurídica da modalidade e a elevada taxa de juros brasileira, que estimula outras formas de investimento.

Novamente, Cassio Spina, referência no assunto, aponta que existem atualmente, pouco mais de sete mil investidores-anjo no país, porém o número de investidores potenciais é de 150 mil.

Uma falange de anjos trabalha melhor 

Uma forma de solucionar o problema da insegurança de um investimento anjo é se agrupar, segundo Ilana Grossmann da Plataforma Gust, uma vez que 75% dos primeiros investimentos feitos por novos anjos “Quebram”, o que geralmente faz com que eles parem de investir. Ela explica que a “matemática do investimento anjo” num cálculo simples de probabilidade faz sentido quando se tem um portfólio que começa entre 20 e 25 empresas onde um dos negócios terá realmente um grande ganho de capital que amortizará todas as outras perdas.

Por isso é importante ser ativo em uma network como por exemplo, a Anjos do Brasil, ou a Gávea Angels, instituições sem fins lucrativos próprios, que buscam criar estes agrupamentos de investimento e realizar estas pontes entre investidores e empreendedores. Outro papel destas instituições é cobrar do poder público regulamentações e incentivos ao setor, uma vez que, tornam possíveis o crescimento econômico.

Saiba mais

 

Qualificação é a palavra que servirá como norteadora tanto para as melhores opções de investimento como para saber executar com qualidade as suas ideias e apresentá-las da melhor forma para investidores. Com o curso de Ciências Contábeis da Faculdade ESUP você poderá se habilitar a ser referência nos mecanismos de investimento, leis e tributações aplicadas. Através do Curso de Administração certificado pela FGV, você também tem contato com as melhores práticas para saber gerir empresas de diferentes portes com as suas especificidades.

Para ser #referência no mercado de trabalho, venha para Faculdade ESUP! E para saber mais sobre investimento anjo, confira os links abaixo:

http://www.anjosdobrasil.net/

http://www.gaveaangels.org.br/

https://endeavor.org.br/afinal-o-que-e-investimento-anjo/

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/Lcp155.htm

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