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Previsões para 2018

Previsões para 2018
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Previsões e perspectivas

Antes da virada do ano começam as promessas e intenções após réveillon. Também vem todos os tipos de consultas e especulações sobre o que acontecerá no futuro, desde as místicas e fantásticas através do posicionamento dos astros, por exemplo, até as científicas e técnicas que se baseiam em pesquisas, repetição de padrões, ciclos e tendências. É sobre esta última alternativa que abordaremos a seguir.

Um ano que superou expectativas

Segundo especialistas em economia, o ano de 2017 foi um ano de recuperação melhor do que foi previsto em 2016, sobretudo no tocante à abertura de vagas no mercado de trabalho. Para Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e atual consultor da Tendências Consultoria, viemos de uma recuperação cíclica após dois anos de desempenho negativo, mas que, ao final, a margem foi positiva em todos os indicadores.

Em concordância com este ponto de vista, Ricardo Amorim, uma das referências em análise econômica no país, pós-graduado em administração e finanças internacionais pela ESSEC-Paris e presidente da Ricam Consultoria, afirma que a recuperação dos empregos, mesmo com os escândalos da delação de Marcelo Odebrecht, e em seguida de Joesley Batista, que vem se arrastando desde 2014 e se debruça sobre a sua 47ª etapa, superou as expectativas mais otimistas.

Amorim também cita que, os investimentos externos no país mantiveram crescimento, sendo recorde no primeiro semestre de 2017.

Além disso, o PhD em Economia e Coordenador de Economia Aplicada da FGV IBRE, Armando Castelar, resume que foi um ano de muitas surpresas.  Dentre os acontecimentos positivos tivemos uma super safra maior do que a esperada na área agrícola, aliada à recuperação do preço de commodities, e uma política monetária muito bem administrada. A perspectiva para o futuro é uma inflação menor e um maior crescimento.

Futuro promissor mas “com ressalvas”

Além do espectro do que se pode prever através de “planetas regentes” a prosperidade de 2018 será resultado de uma série de variáveis, tendo como protagonistas o quadro fiscal (incluindo contribuições de receita e o polêmico teto de gastos). Castelar analisa que, mesmo se aprovada a reforma da previdência, deverão haver outras reformas (tributária, por exemplo), caso não seja aprovada, o próximo governo deverá arcar com essas decisões, e quanto mais elas demorarem mais “caro” será para o País.

Além da previdência, o Brasil convive com outros problemas, como um crescimento muito devagar. O coordenador de Economia da FGV ainda pondera que a média de crescimento dos outros países chega a ser cinco vezes mais rápida.

Nesse sentido, entra a questão chave que os estudiosos apontam como fundamental para o cenário econômico 2018 e anos seguintes: “As eleições”.

O encargo da política brasileira para o brasileiro

Vale ressaltar que estes resultados não estão vinculados apenas à eleição para Presidente da República, mas todas as demais (Governadores, Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais), impactando em maior ou menor grau.

Na verdade, não só os resultados das eleições, mas todo o seu desenrolar, terão seus diversos impactos na economia do país: as especulações e resultados de pesquisas, as incertezas sobre o futuro aumentarão, reverberada por preço do dólar, bolsa de valores e etc, etc…

Para Gustavo Loyola, as eleições de 2018 podem ser consideradas as mais incertas desde 1989.

Mesmo a copa do mundo, tendo sua comoção nacional absurdamente reduzida pelo deplorável resultado nacional em 2014, exercerá sua influência econômica como uma sazonalidade que certamente será aproveitada pelo mercado, e ainda tem corações cativos no contexto popular.

Enfrentaremos desafios com a continuação do corte de gastos, mesmo aqueles que propiciam uma melhoria econômica como infraestrutura, educação e desenvolvimento, por exemplo.

Não deixe as oportunidades passarem

Apesar do cenário incerto para 2018, o crédito e o consumo estão mais promissores, em virtude das novas oportunidades do mercado de trabalho. Além de todos os incentivos que o governo vem dando, como saque das contas inativas do FGTS, saque do PIS, etc, esse aumento de crédito também está suportado pelo aumento dos empregos do trabalhador por conta própria.

Por trabalho próprio é equivocado simplesmente se ler “trabalho informal”. Essas opções de renda, com certeza, são catalisadas por novos formatos de negócios colaborativos como Uber ou empresas de marketing multinível, que fazem questão de veicular sua importância social para a saúde econômica do país.

Em virtude destes novos formatos, uma das grandes apostas para 2018 são os setores relacionados à mobilidade, sobretudo os automobilísticos. Conheça os setores quentes para este ano segundo os Consultores da Elleven, em entrevista para a InfoMoney:

Para todo investidor tem que ter um “investido”

O cenário para 2018, conforme Ricardo Amorim, assim como as perspectivas de futuro, é promissor.

O mercado de franquias está crescendo. A vantagem da Franquia é que o franqueado já conta com todo um know-how da franqueadora.

“Um negócio na cabeça, produto de qualidade, celular na mão e instagram para divulgar”

O investidor precisa de algo em que investir.

Você ainda é o seu maior patrimônio

Ainda segundo Ricardo Amorim, com esse “círculo virtuoso” das famílias empregadas há também uma recuperação no crédito devido à expectativa da baixa dos juros que também estimula segurança para prazos mais longos, permitindo mais consumo, mais investimento e mais crescimento. Daí surgirão muitas oportunidades para quem “estiver preparado” (bem posicionado com inovação, melhorias de produtos, serviços, atendimento, etc).

Se preparar envolve Qualificação, e o curso superior tem muito a oferecer. Já relatamos aqui no blog que segundo dados do IBGE, quem se forma recebe em média 225% a mais do que quem não tem curso superior. Se graduar em Direito, ou Administração certificada pela FGV expande a sua capacidade de aproveitar oportunidades, ou ainda, antenada às tendências a partir de 2018, a Faculdade ESUP lança agora o curso de Ciências Contábeis, uma vez que a área fiscal e financeira será vital, neste ano e nos seguintes, por haver uma expectativa de grande demanda para estes profissionais.

Venha para a faculdade que forma quem é #referência no mercado, venha para ESUP!

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